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Cuidar e se cuidar

Cuidar e se cuidar

 

A vida necessita de condições, de cuidados para se manter íntegra, para que possa germinar e florescer o potencial que cada pessoas trás dentro de si. Promover e recriar a vida, cuidar da vida é a nossa missão do hospital.

Cuidar não é estar preocupado apenas com um atender meramente mecanista, tarefeiro, com procedimentos. È uma forma de viver, de ser, de se expressar, sendo uma postura ética e estética frente à dignidade da vida. Inclui comportamentos, valores, habilidades, atitude de amor, respeito, interesse, envolve o sentimento e o coração, no sentido de favorecer às potencialidades das pessoas. Camilo de Lellis, o padroeiro dos doentes, dos profissionais da saúde e dos agentes de Pastoral, dizia ao seu pessoal do hospital: “É preciso mais coração nas mãos”.

Quem lida com as dores alheias é um ser humano em sofrimento contínuo. O fato é que um cuidador que é comprometido com seu trabalho sempre terá suas próprias dores ativadas no contato com a dor do outro. E quem cuida de quem cuida? È bem verdade que os cuidadores negligenciam frequentemente o seu próprio cuidado. “A vida é sempre pessoal, intransferível e de autoresponsabilidade.” (Ortega Y Gasset). È o nosso bem mais precioso. Por isso é necessário que tenhamos para com ela uma atitude de amor e de responsabilidade.

È preciso atender, de forma equilibrada e harmônica, às necessidades em todas as suas dimensões: do nosso corpo, da mente/psique, do espírito; considerar os nossos anseios de sobrevivência, trabalhar as próprias questões internas, exercitar a interação social, o espírito de solidariedade mutua, equilibrar atividades e repouso, construir uma ponte com o humano e o Divino, entre criatura e criador – fonte de sentido de nossa existência. Isso pode significar um desafio pela exigência de mudança de hábitos.

Para cuidar da pessoa inteira é preciso estar presente como uma pessoa inteira; do contrario, a capacidade para compreender, amar, responder e se relacionar se torna limitada. Quem se ama se cuida. “Para prestar cuidado é necessário que saibamos nos cuidar (amar), primeiramente.” Só assim podemos nos tornar instrumentos vivos, eficazes nas mãos da Providência, sendo portadores do conforto, da paz, do amor, elementos de nossa saúde, do nosso bem estar integral e verdadeiro.

 

Irmã Norma Weber – Pastoral da Saúde no Hospital Divina Providência



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